O Desafio de Amar dia 3

O Desafio de Amar Dia a Dia Um ano de devoção para casais Autor Stephen e Alex Kendrick Editora BV Books O Desafio de Amar - Dia a Dia é um livro que fala de circunstâncias vividas no cotidiano de um casamento, todas as dificuldades que um casal encontra na vida matrimonial. O livro se propõe a instruir através de desafios diários como lidar com os problemas mais complexos de um ... LIVRO O DESAFIO DE AMAR 3º DIA O DESAFIO DE AMAR. 3° Dia. O Amor não é egoísta. Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar. honras aos outros mais do que a si próprios. - Romanos 12: 1 O. Vivemos em um mundo dominado pelo 'ego'. A cultura ao nosso. O Desafio de Amar - 3° Dia O Amor não é egoísta. Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honras aos outros mais do que a si próprios. - Romanos 12: 1 O. Vivemos em um mundo dominado pelo 'ego'. A cultura ao nosso redor nos ensina a 16 de junho de 2018 O Desafio de Amar - 3º Dia [ 1º Dia ] [ 2º Dia ] [ 3º Dia ] [ 4º Dia ] [ 5º Dia ] [ 6º Dia ] [ 7º Dia ] [ 8º Dia ] [ 9º Dia ] Bom dia. Estou no 3° dia do Livro o Desafio de Amar. Hoje trago uma história linda de amor ao qual eu construi. Ela não é minha esposa, mas minha namorada. Estávamos a um tempo bom juntos. Passei 7 meses para conquistá-la e foi com a ajuda de Deus e a ferramenta que ele me presenteou que é este livro. Acabei magoando ela. Desafio de Amar Aliança Grátis Pinguinho de Gente. ... ️Prazo dos Correios geralmente de 3 à 18 dias após a postagem, esse prazo varia de acordo com a cidade. ️Modelo abaulada de 6 ou 8mm enviamos de acordo com o estoque ️Alianças banhadas a ouro 18 k O Desafio de Amar - 3° Dia 3° Dia . O Amor não é egoísta . Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honras aos outros mais do que a si próprios. - Romanos 12: 1 O.

7 dicas para manter seu cavalo saudável

2020.09.23 17:35 Vedovati_Pisos 7 dicas para manter seu cavalo saudável

Manter um cavalo saudável é desejo de qualquer pessoa que tenha ou lide com este animal magnífico no dia a dia.

Os cavalos são animais incrivelmente úteis para o trabalho no campo, para fins esportivos, (esportes equestres) ou mesmo para cavalgadas. São também animais fáceis de tratar e fazer amizade, sendo usados até mesmo em práticas terapeûticas.

Além disso, os cavalos podem ser criados com um grande potencial de produtividade e valorização na venda. Não importa de qual perspectiva se observe, não há forma de não amar os cavalos.

Mas, para que o animal viva bem e renda o máximo possível é fundamental que você que cria cavalos ou apenas possui alguns cavalos saiba como manter seu cavalo saudável.

Pensando nisso, separamos sete dicas de cuidados para cavalos que vão ajudar muito você nesta tarefa.

1# Alimentação adequada: primeiro passo para manter seu cavalo saudável
Fornecer alimentação adequada, balanceada e na quantidade certa é um ponto fundamental para quem deseja ter um cavalo saudável sempre.

Como qualquer outro ser vivo, cavalos precisam de uma nutrição balanceada e adequada. Que consiga fornecer a energia que precisa no dia a dia, além de preservar sua saúde, acelerar seu desenvolvimento e melhorar a produtividade.

Praticamente todo criador de cavalos sabe da importância disso, mas não são todos que entendem de nutrição ou da dieta adequada para seus cavalos.

Você que é apaixonado por cavalos e quer o melhor para seu companheiro deve seguir algumas regras e critérios a na hora de montar a dieta do seu cavalo.

Mas antes, leve em consideração a raça do animal, idade, peso do cavalo, do clima no qual ele está, do que está disponível localmente e o tipo de atividade que ele desempenha, ou seja entender as necessidades nutricionais do seu cavalo.

Em relação a oferta de alimento, é regra geral que ela deve ser administrada em pequenas quantidades ao longo do dia. Feno, grãos, sais, aveia e minerais devem ser distribuídos em uma dieta balanceada para a correta nutrição do cavalo.

Segundo André Cintra, que Médico veterinário, especialista em nutrição equina, o cavalo é um animal herbívoro, que se alimenta de vegetais, chamados de volumosos, ou ainda de “verde”.

André fala que o aparelho digestivo do cavalo possui particularidades onde são exigidos altos teores de fibras na dieta para que ele possua uma ótima digestão. As fibras são conseguidas através do volumoso que pode ser oferecido ao animal através de diversas formas (capim fresco, feno, silagem, cana-de-açúcar).

Deve também oferecer-lhe os complementos de uma alimentação (ração), para que possam atingir os níveis energéticos, protéicos, vitamínicos e minerais suficientes para suprir suas necessidades, mas sempre respeitando sua natureza e valorizando o volumoso.

Caso seja necessário, pode complementar as necessidades de cavalo utilizando suplementos nutricionais, como por exemplo probióticos, óleos vegetais, vitamínicos, minerais, energéticos, protéicos, etc.

Cada um deles tem sua especificidade e deve ser ofertado conforme a real necessidade do cavalo.

Porém, quando a alimentação do cavalo é feita com ração é fundamental que você fique atento e trabalhe com um especialista. Pois a ração deve ser aquela recomendada com base em análise das necessidades nutricionais do equino.

Mais de 95% das cólicas em cavalos são causadas por um mau manejo alimentar, que o homem impõe ao animal.

Para saber mais sobre alimentação para equinos, confira esta matéria com um guia completo.

1.1# Hidratação do animal
A água também deve ser fornecida em quantidades suficientes ao longo do dia para os equinos. E é importante que a água esteja fresca, limpa e sempre à disposição para consumo do animal.

2# Adote um programa de exercícios diários de acordo com a raça do seu cavalo e para qual fim vai usá-lo
É quase uma regra da Mãe Natureza que praticamente todos os seres vivos precisam de movimento e atividade.

Seres humanos, por exemplo, precisam de alguma atividade física diária para se manterem saudáveis. Por saudáveis pode ser entendido os estados onde o corpo possui um funcionamento geral ótimo. Que confere saúde, energia e boa disposição para o dia a dia.

Da mesma forma que as pessoas, cavalos também precisam de mais movimentos que os humanos para manterem a saúde.

A nossa segunda dica para manter um cavalo saudável é a de estabelecer e manter um regime diário de exercícios.

O tipo de exercício, bem como a intensidade, não são os fatores mais importantes aqui. O criador pode submeter o cavalo diariamente a um galope ou caminhada prolongada por uma trilha.

A intensidade dos exercícios pode variar conforme questões como o tipo de trabalho que o cavalo desempenha e o objetivo que quer atingir. Um cavalo de corrida, por exemplo, certamente terá que praticar exercícios que melhorem suas capacidades e, portanto, são naturalmente mais intensos.

Se você desejar, pode perguntar ao seu veterinário de sua confiança por exercícios adequados para a idade, peso e nível de atividade do cavalo.

3# Cuidados adequados com as patas do cavalo
As patas de um equino merecem uma atenção e cuidado especial na busca por manter um cavalo saudável.

As patas são uma área que simplesmente merecem um cuidado redobrado. Afinal, são elas que sustentam o peso do animal e precisam sempre estar em ótimas condições. O que pode ser alcançado com a prática de exercícios regulares que fortaleçam os músculos das patas.

Os cascos de um cavalo também precisam ser cuidados de forma diária e impecável. É importante avaliar sempre se o animal está com algum problema no casco, como a claudicação. E em caso positivo tomar as medidas necessárias para tratar deste e qualquer outro problema no casco que surgir.

Esses cuidados com o casco ajuda a manter o cavalo saudável pois previne problemas como infecções e dificuldades de locomoção.

4# Atenção ao tratamento dos pelos do cavalo
Já os pelos também precisam de uma atenção especial, ainda mais se você tem cavalos para competições ou exposições. Estes precisam de escovação diária, além da limpeza para manter boa higiene e aparência.

Para a escovação dos pelos do cavalo é recomendado utilizar uma escova dura, especialmente depois de cavalgadas. A escova dura causa, no pelo do cavalo uma sensação similar a de uma massagem. O que ajuda a liberar as tensões do animal, sem falar de eliminar a sujeira do pelo.

5# Vacinação em dia
Cavalos, assim como a maioria das criaturas vivas, são propensos a doenças infecciosas. E por isso, ter um cronograma de vacinação para equinos em dia é essencial para quem deseja manter seu cavalo saudável sempre.

A vacinação nos cavalos é importante para dar imunidade contra algumas doenças como:

Influenza: responsável por provocar gripes, dentre elas a H1N1. Adultos e éguas prenhes devem tomar a vacina anualmente. Já os potros precisam da 1ª dose após a desmama, e a 2ª dose depois de 30 dias da primeira aplicação;
Tétano: o tétano é um tipo de infecção que pode chegar a ser letal para o cavalo. Ela é causada pela toxina da bactéria Clostridium Tetani, que reside no trato gastrintestinal do animal. Mas que pode viver no ambiente por longos períodos de tempo, sob forma esporulada.
Cavalos também precisam de vacinação preventiva para evitar o problema. Adultos e éguas prenhes devem tomar a vacina anualmente. Potros devem tomar a 1ª dose após a desmama, e a 2ª dose depois de 30 dias da primeira aplicação.
Raiva: uma das principais causas de morte em equinos no Brasil. De acordo com o veterinário Gustavo Braune alerta que uma vez que o sistema nervoso de um animal com raiva foi atingido não há mais intervenção possível que possa tratar do cavalo.
Em cavalos adultos e éguas prenhes a vacina precisa ser dada anualmente, em potros é necessário vacinar com uma 1ª dose após a desmama e depois de 30 dias aplicar uma 2ª dose;
Encefalomielite: a encefalomielite é uma doença infectocontagiosa caracterizada por sinais neurológicos de perturbação da consciência, disfunções motoras e paralisia.
Adultos e éguas prenhes devem tomar a vacina anualmente. Já os potros precisam da 1ª dose após a desmama, e a 2ª dose depois de 30 dias da primeira aplicação.
Para realizar a vacinação em dia no seu cavalo — ou criação — é preciso ficar atento a dois pontos fundamentais. O primeiro é o de contar com o trabalho especializado de um veterinário de equinos.

Esse profissional será encarregado de acompanhar a vida do animal e assim recomendar e organizar o cronograma de vacinas do cavalo.

O outro ponto a observar é que a vacinação só pode ser feita com animais livres de parasitas. O que torna a vermifugação do cavalo um componente indispensável antes da vacinação.

6# Baias para cavalos confortáveis e seguras
O local onde o cavalo fica e descansa é também de extrema importância para a saúde do equino. Não existe forma de manter um cavalo saudável sem que ele tenha uma cocheira ou baia para cavalos cuidadosamente preparada.

A cocheira é um local que tem um papel muito maior do que o de proteger o cavalo do sol e da chuva. Ele precisa ser visto pelo criador ou mesmo proprietário de cavalos como um ambiente de descanso e de promoção de bem-estar e qualidade de vida para o animal.

Escolher a cama adequada para as baias de equinos sempre foi um desafio para os criadores e proprietários de cavalos, que, além de pensar no conforto para o animal, tem que levar em conta o custo e a disponibilidade do material, manutenção e facilidade de limpeza das baias.

Uma solução que tem sido utilizada há mais de vinte anos no Brasil é instalação dos estrados de borracha Vedovati nas baias como camas.

A baia é a casa do cavalo, e ela precisa estar limpa e ser capaz de oferecer o conforto que o equino necessita.

A baia/cocheira do cavalo precisa ser capaz de proporcionar ao menos uma modesta movimentação para que o animal não se estresse, a definição da dimensão deve levar em conta a raça e o porte do cavalo, mas um tamanho de baia muito utilizado é de 4,00 x 4,00 m. Também precisa ter vantagens para os cavalos que não são movimentados de forma regular ou que possuem movimentação insuficiente.

Também é recomendado que haja espaço adequado para o fornecimento de comida e água para o animal dentro da baia.

Por fim, ainda é preciso que o criador se atente a necessidade de que a baia tenha um piso adequado para maximizar o conforto do cavalo.

E por falar em piso para baias de cavalos, continue lendo para saber mais sobre esse componente fundamental para a criação de um cavalo saudável.

7# Cama adequada e de alta qualidade para equinos
Ninguém em sã consciência gostaria de dormir em um colchão duro, sujo e que pode causar danos a saúde, certo?

Pois é, mas infelizmente é isso que muitos criadores fazem com os seus cavalos nas baias. E o pior disso é que muitos deles ainda esperam ter um cavalo saudável. O que simplesmente não é possível sem que haja uma cama de borracha adequada na baia.

Existem diversos tipos de camas e pisos para baias de cavalos. Mas é comprovado que as camas de borracha (emborrachados) são os melhores para baias de cavalos.

Uma boa cama de borracha consegue oferecer tudo o que um cavalo precisa para ter conforto em sua baia na hora de descansar.

Esse tipo de piso é antiderrapante, o que evita possíveis escorregões e quedas que geram estresse e lesões ao animal. Problemas nos cascos de um cavalo também podem ser evitados com o uso deste tipo de piso.

Importante, o termo piso de borracha é usado popularmente, no entanto não é adequado ao falar de camas e estrados de borracha. A cama de borracha vai em cima do piso convencional da baia. Ou seja, o estrado de borracha é instalado sobre o contrapiso da baia da cocheira do cavalo.

As camas e estrados de borracha também são de fácil limpeza e evitam o acúmulo de urina e mau-cheiro, desde que a baia tenha um ralo para drenagem e caída/desnível para o ralo (não pode ter um ralo em canto da baia e a urina escorrer para outro lado, não pode ficar urina empossada).

Além disso, previne possíveis doenças respiratórias cujo outros tipos de camas, como como serragem, maravalha, casca de arroz desenvolvem.

O que gera economia de custo em medicamentos, além do melhor que é dar mais saúde e qualidade de vida para o animal.

7.1# Como deve ser instalada uma cama de borracha (estrado de borracha) para cavalos e os cuidados para ter sucesso
Existe algumas condições ou pré requisitos para se instalar a cama de borracha Vedovati nas baias/cocheiras para seu cavalo.

A primeira condição para usar a cama de borracha para seu cavalo é que ela tenha um piso de cimento, ou seja não pode ser ter terra batida com aquele sistema de filtro (brita,areia e carvão) pois a baia com a cama de borracha lava-se com frequência e se ela for de terra vai encharcar;
A segunda condição é a baia/cocheira ter um ralo para drenagem, o ralo pode ser no centro da baia ou em canto;
E por último, um cuidado muito importante para instalar a cama/estrado de borracha Vedovati nas baias para seus cavalos com sucesso, é que o piso deve ter um caimento adequado, ou seja precisa de um caimento (desnível) entre 1,5 e 2,5% em direção ao ralo. Assim, se sua baia/cocheira tem 4,00 x 4,00 m, com um ralo para drenagem no centro da baia, quer dizer que o ralo precisa ser mais baixo 4 centímetros que as laterais da baia (calculando com 2% de queda).
O caimento do piso da baia/cocheira deve ser feito durante a construção das baias, e deve ser projetado de forma a criar um ângulo de inclinação no piso da baia/cocheira, que deve ser feito na direção do ralo, o que vai proporcionar o escoamento da urina, evitando que fique empoçada e cause mau cheiro.

Além deste ângulo, é importante que o sistema hidráulico (tubulação) possua um diâmetro adequado para escoamento da água sem que ela fique empoçada na baia.

O que fazer para arrumar o caimento de água do chão da baia/cocheira. A seguir 3 passos para arrumar o caimento de água da baia:

1. Verificação da inclinação

Quando a água fica empoçada na baia, o primeiro passo é verificar se o ângulo de inclinação do piso foi construído de forma adequada, o que pode ser feito com o uso de uma régua de nível.

2. Tubulação do escoamento

Em seguida é necessário verificar se a tubulação tem um diâmetro ideal para escoamento da água (mínimo de 100 milímetros, ideal de 150 milímetros), e se não há entupimentos na rede de , o que pode causar retorno da água/urina na cocheira.

3. Profissional para conserto

Depois de identificado o problema será necessário corrigi-lo com a contratação de um profissional especializado na área (um bom pedreiro), que terá que poderá remover o piso da baia para fazer outro com o ângulo de caimento ideal, e também substituir o sistema hidráulico caso seja necessário.

Estando ok esses pré-requisitos, você pode instalar a cama de borracha Vedovati diretamente sobre o piso de cimento.

É importante ressaltar que as camas de borracha, são as mais recomendadas para baias por um simples motivo. As camas tradicionais para baias acumulam umidade e por mais cuidadoso que seja o tratador sempre haverá umidade na baia, e portanto um maior risco de problemas nos cascos.

Outro problema comum das camas tradicionais (serragem, maravalha, casca de arroz, palhas, etc) é que vem com muito pó que podem causar alergias ao cavalo.

Outro detalhe muito importante é a limpeza da cama do cavalo, que precisa estar sempre em dia. Dentre todas as opções possíveis no mercado, as camas/estrados emborrachados são os mais fáceis de fazer a limpeza.

Dando uma boa cama/estrado de borracha na baia/cocheira do seu cavalo, boa parte dos problemas são resolvidos e é o caminho para ter um cavalo saudável já foi trilhado.

E se você deseja saber mais sobre e cama de emborrachadas para baias só precisa conferir o link abaixo..

➥ Quero saber mais sobre pisos emborrachados para baias e melhorar a saúde e qualidade de vida dos meus cavalos

https://www.vedovatipisos.com.bnoticias-artigos/7-dicas-para-manter-seu-cavalo-saudavel/
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2020.09.12 22:11 Rough_Wishbone_6024 A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.


Não fale da boca pra fora, não aja sem coração, não viva sem uma razão. Não deixe a vida passar por entre os dias sem te deixar emocionado(a) de alguma forma, sem te fazer mudar por alguém ou alguma coisa, sem te fazer correr na chuva nem que seja pra mostrar que você pode dizer que ama alguém. Não espere ser recíproco pra amar, não espere não poder mais pra se arrepender. Diga, faça, fale, mostre, ame.
"Medo" é a energia mais forte que existe no coração das pessoas...
Para não sofrer as consequências dessa força é preciso "coragem", a única energia combatente do "medo", para os covardes só lhe resta todos os seus maiores medos na sua própria vida...
Acredite em você mesmo, em qualquer desafio, tente pular a etapa em que seu coração sente medo... Tenha coragem e enfrente qualquer situação constrangedora com muita força...
Sabe quando se perde a sensibilidade? A vida passa no automático e os dias se esvaem pelos seus dedos de forma fria e ríspida? Quando a alma está vazia de qualquer sentimento bom, e um buraco enorme arde em seu peito? Nada consegue amenizar... Sabe quando já não dói mais? O vazio é tão grande que nada dói, são sempre feridas abertas e anestesiadas, paradas. Minha vida esta assim, minha alma esta assim, eu sinto que me perco mais a cada dia que passa, eu me afundo mais. n Essa vida é mesmo sem sentido, você vive pra fazer os outros felizes, você se doa e nada em troca recebe. Ou será que o problema sou eu e minha dificuldade em ser feliz? Pessoas entram e saem, eu simplesmente não consigo mantê-las perto de mim, há um bloqueio, um muro que me impede de ser feliz de verdade. Eu sei, estou nova demais para dizer algo assim, mas eu não consigo me lembrar de algum momento da minha vida onde eu estive feliz e realizada. É sempre assim, tristeza atrás de tristeza. E aos que dirão "Tem gente pior que você", experimentem a solidão, a angústia, o fracasso e a mediocridade, e então vocês vão entender o que eu quero dizer quando me expresso dessa maneira
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2019.12.15 21:10 ankallima_ellen As Aventuras de Gabi nas Terras do Estrogênio – Quinquagésima Quinta Semana

Agressões. Das pequenas às grandes, a rotina das mulheres trans e travestis é por elas severamente vinculada. Verbais, físicas ou mesmo as implícitas, nossa vida constantemente se resume ao medo de sair de casa e à privação mandatória ou mesmo voluntária de acesso a certos espaços. A morte muitas vezes nos espreita na esquina apenas por sermos nós mesmas. Claro, homens trans e pessoas não-binárias também sofrem uma miríade de agressões em seu dia a dia. Contudo, não é a minha realidade para relatar e vou me restringir ao meu espaço de fala como travesti.
O recorte não é, entretanto, trivial. Há inúmeros outros privilégios em jogo que modulam a intensidade e a forma das agressões. A vida de uma mulher trans branca de classe média é completamente diferente da de uma travesti negra da periferia. As oportunidades e as privações. Todas as interseccionalidades importam, porém uma, a passabilidade, parece-me comum a todas nós. Ser passável é a diferença entre sofrer apenas com a misoginia enraizada em nossa sociedade falocêntrica ou também com a transfobia pura e descarada que rouba a vida de nossas irmãs diariamente.
Claro que os olhares sedentos pelo pedaço de carne que despretensiosamente exibimos apenas para provocar os homens incomodam. É deveras desconfortável ter cada curva do seu corpo cuidadosamente analisada por um completo estranho. Ainda mais quando se teme que ele encontre algo que denuncie a nossa natureza, porque daí o tesão pode dar lugar ao ódio e sabemos muito bem o rumo que um desencontro desses pode tomar.
Sair de casa, desde que transicionei, adquiriu mais e mais o formato de um ritual. Não me sinto segura ou à vontade para frequentar qualquer ambiente. Tenho que escolher mais cuidadosamente a minha apresentação: da roupa à maquiagem. Não por mera vaidade e sim, segurança. Atentar a forma de andar, gesticular e falar: a tonalidade e a postura de voz importam. Tudo isso, não apenas para evitar o desconforto ocasionado por ser lida e tratada no masculino por estranhos, mas sobretudo pelo medo do que essa leitura incongruente possa causar.
Mesmo os espaços notadamente seguros para mulheres nos são paulatinamente negados. Seja por pressão implícita, os olhares denunciam, ou por afirmações descaradas, muitas de nós não se sentem à vontade para frequentarem banheiros femininos. Ora, sair de casa vinculada pelo tamanho de sua bexiga restringe muito o que podemos fazer no nosso dia a dia. Afinal, entrar num banheiro masculino está fora de cogitação. Coisas simples como marcar uma ultrassonografia de suas glândulas pode ser um tremendo desafio ou no mínimo uma situação deveras constrangedora, porque os sistemas médicos não supõe que uma mulher possa ter além das mamas, próstata e testículos.
Talvez, no entanto, a maior privação que sofremos é com o afeto. Não apenas somos muitas vezes abandonadas pela família e amigos, mas o amor torna-se uma utopia. A inamabilidade de corpos transfemininos é uma realidade: para a grande maioria dos homens somos apenas um fetiche torpe. Aquele que deve ser escondido a todo custo. Isso quando um desses encontros não termina em morte. Fingidoras ou enganadoras. Mesmo com as mulheres a situação não é muito melhor. Muitas nos consideram apenas estupradoras ou invasoras.
Sou deveras fortuita nesse aspecto. Não apenas minha esposa apoiou minha transição, como nosso relacionamento melhorou significativamente. Infelizmente, um caso raro de sucesso. Poucas foram as histórias que ouvi de relacionamentos que sobreviveram à transição de uma das partes. As dificuldades não se restringem às inerentes à transição e à adaptação ao relacionamento com uma pessoa do gênero oposto ao acordado inicialmente. A transfobia espirra violentamente em nossos parceiros e muitos não estão preparados ou simplesmente dispostos a enfrentá-la. Não se trata somente do preconceito por estar, no caso da minha esposa, num relacionamento homossexual. Há todo o peso de estar num relacionamento com uma mulher abertamente trans, uma travesti. Família e amigos deixaram de falar com ela. Oportunidades profissionais foram negadas quando descobriram de seu relacionamento comigo.
Mulheres trans e travestis têm a sua vida vinculada em diversas escalas de transfobia. Não bastasse a óbvia violência a que somos submetidas, há também as microagressões diárias: ao sermos tratadas no masculino ou termos nossos relacionamentos podados. Essas não matam nossos corpos, mas aos poucos envenenam nossas almas, tirando as cores que a transição aos poucos devolve a nossas vidas. Muito se discute sobre suas formas mais explícitas. Claro, são elas que nos assassinam diariamente. Contudo, do que adianta estar viva, se não temos qualidade de vida? Quando nossos relacionamentos são escondidos não apenas por vergonha, mas medo de represálias. Queremos viver, amar e sobretudo sermos amadas.
Uma excelente semana a todes!!!
Beijocas,
Gabi
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2019.02.06 04:25 orpheu272 Odisseia p.1

O intuito de escrever esses relatos sobre minha vida, nada mais é que uma forma de compreendê-los e expurgar-los de uma vez por todas. Transformá-los em textos públicos é um desafio e uma barreira que preciso e devo romper.
Tudo o que for relatado é verídico. Cada passo, cada momento, cada segundo de minha vida na qual lembro - ou fragmentos -, serão escritos nesses textos. Talvez seja um grito ao vento, mas espero que alguém se identifique ou possa ao menos compreender o que se passou.
Sente-se, se acomode, beba algo e se permita afogar nesses pequenos fragmentos que me consumiram, subiram em meus pulmões e agora saem pela minha boca como um grito.
Me permita entrar em sua casa.

Do ventre à vida

Eu nasci em 20 de dezembro de 1994 em uma cidade interiorana do Rio Grande do Norte. Vim ao mundo em uma manhã de sol, o que é engraçado, pois prefiro tempo fechado. Na época meu pai era sócio em uma firma de portões eletrônicos - era algo em alta aqui no estado, e em Natal haviam poucas firmas nesse ramo.
Minha família sempre foi feliz; sempre houve muita festa na casa da minha avó. Meu avô tinha um cargo excelente em uma fábrica em João Pessoa - ele ganhava muito bem, inclusive -, sua vida era dividida entre o trabalho e casa. Como morávamos em Natal e meu avô trabalhava na Paraíba, ele só nos visitava de 15 em 15 dias para passar o fim de semana conosco. Nesse tempo era comum ele chegar e se deparar com a minha avó dando festas em casa.
Meus pais se casaram muito jovens - aos 19 anos para ser mais exato. Meu pai veio de um família que sempre visou mais o “ter” do que o “ser” - mesmo que para isso o casal tivesse que se sujeitar a agressões físicas e verbais, contanto que houvesse uma qualidade de vida invejável, “tudo bem” -; já a minha mãe veio de uma família lá de Garanhuns/PE. Neta de vendedor de fumo e de costureira, minha mãe foi criada em um bairro tranquilo da cidade. Meus avós maternos se conheceram quando meu avô saiu de Macaíba/RN para trabalhar em uma construção em Garanhuns. Minha avó, para despistar qualquer indício de que tinha um namorado, levava sua irmã mais nova para passear na praça, tudo apenas para se encontrar com o meu avô. Certo dia ele pede para que ela venha com ele para o RN, que deixe sua família para construir uma juntos. Ela, então, todos os dias, levava uma peça de roupa junto com ela e entregava ao meu avô para que ele guardasse. Uma certa tarde, ela levou minha tia mais nova para passear na costumeira praça, ela se abaixa e fala para minha tia que voltará para pegá-la e que ela deveria voltar para casa sozinha. Então minha avó veio para o RN com o meu avô. Ela veio com suas roupas, sua cabeça cheia de sonhos, menos com minha tia.
Tudo parecia perfeito, até meu bisavô, o pai da minha avó, saber do ocorrido.
Era manhã em um típico dia quente na cidade do sol, Natal. Meu bisavô veio sozinho para um lugar onde ele nunca havia colocado os pés. Chegou na antiga rodoviária de Natal e logo partiu em direção ao Alecrim. Ao chegar na feira do Alecrim, ele saiu perguntando a todas as pessoas se elas haviam visto uma moça de estatura baixa, magra e de cabelos cacheados. “Seu nome é Edleuza do Amaral Rodrigues, ela veio com Sebastião, mas todo mundo chama ele de Neto”, disse meu bisavô.
Não muito distante dali, a minha avó acordava na cama de casal improvisada. Essa deveria ter sido a lua de mel que ela jamais desejara - o quarto de minha bisavó, mãe de meu avô era ao lado, separado apenas por um fino lençol. Meus avós se levantaram, tomaram café e partiram para fazer a feira no Alecrim. Não consigo imaginar o que passou na cabeça da minha avó, mas acredito que deve ter sido um misto de euforia, rebeldia e liberdade, aquela liberdade que só se sente uma vez quando se é jovem. Logos eles saíram em um pau de arara, do pequeno sítio de minha bisavó em direção à Natal.
Meu bisavô Cassiano, pai de minha avó Edleuza, devia estar transtornado com toda essa situação. Sua filha, a terceira de oito filhos (dois homens e seis mulheres), veio fugida de Garanhuns. Tudo o que ele sabia havia sido contatado por sua filha de apenas 8 anos. Ele só sabia que deveria procurar por ela, que deveria encontrá-la, nem que para isso tivesse que rodar toda a capital e seus arredores.
Ele procurou por pouco mais de duas horas, até que bem na sua frente ele viu uma moça baixa, de cabelos cacheados e corpo magro junto de um homem alto. Era ela. Enfim ele achou. Ao se aproximar, ele bateu de leve no ombro de meu avô, este por sua vez teve um susto - que, de acordo com a minha avó, pulou de medo-, arregalou os olhos e falou: “Seu Cassiano, o que o senhor está fazendo aqui?” e meu bisavô respondeu: “Vim pegar você e minha filha. Vão voltar agora comigo pra Garanhuns e vão casar que nem gente”.
Eles se casaram, minha avó engravidou 14 vezes, dos 14 apenas 3 sobreviveram (meu tio José Lito, o mais velho, meu tio Jaílton, o do meio, e minha mãe Jaciara, a caçula) viveram em Garanhuns até o início dos anos 80, mas se mudaram para Macaíba/RN após minha bisavó Anizia, mãe de meu avô falecer. Ela deixou o sítio para seus quatro filhos. Com o dinheiro da venda, meu avô construiu sua casa no Conjunto IPE, lugar onde minha avó vive até hoje.
Esse foi o início de várias histórias e acontecimentos em minha família. Várias coisas aconteceram de lá para cá, mas isso fica para outro momento, outra ocasião.
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2019.02.06 04:25 orpheu272 Odisseia p.1

O intuito de escrever esses relatos sobre minha vida, nada mais é que uma forma de compreendê-los e expurgar-los de uma vez por todas. Transformá-los em textos públicos é um desafio e uma barreira que preciso e devo romper.
Tudo o que for relatado é verídico. Cada passo, cada momento, cada segundo de minha vida na qual lembro - ou fragmentos -, serão escritos nesses textos. Talvez seja um grito ao vento, mas espero que alguém se identifique ou possa ao menos compreender o que se passou.
Sente-se, se acomode, beba algo e se permita afogar nesses pequenos fragmentos que me consumiram, subiram em meus pulmões e agora saem pela minha boca como um grito.
Me permita entrar em sua casa.

Do ventre à vida

Eu nasci em 20 de dezembro de 1994 em uma cidade interiorana do Rio Grande do Norte. Vim ao mundo em uma manhã de sol, o que é engraçado, pois prefiro tempo fechado. Na época meu pai era sócio em uma firma de portões eletrônicos - era algo em alta aqui no estado, e em Natal haviam poucas firmas nesse ramo.
Minha família sempre foi feliz; sempre houve muita festa na casa da minha avó. Meu avô tinha um cargo excelente em uma fábrica em João Pessoa - ele ganhava muito bem, inclusive -, sua vida era dividida entre o trabalho e casa. Como morávamos em Natal e meu avô trabalhava na Paraíba, ele só nos visitava de 15 em 15 dias para passar o fim de semana conosco. Nesse tempo era comum ele chegar e se deparar com a minha avó dando festas em casa.
Meus pais se casaram muito jovens - aos 19 anos para ser mais exato. Meu pai veio de um família que sempre visou mais o “ter” do que o “ser” - mesmo que para isso o casal tivesse que se sujeitar a agressões físicas e verbais, contanto que houvesse uma qualidade de vida invejável, “tudo bem” -; já a minha mãe veio de uma família lá de Garanhuns/PE. Neta de vendedor de fumo e de costureira, minha mãe foi criada em um bairro tranquilo da cidade. Meus avós maternos se conheceram quando meu avô saiu de Macaíba/RN para trabalhar em uma construção em Garanhuns. Minha avó, para despistar qualquer indício de que tinha um namorado, levava sua irmã mais nova para passear na praça, tudo apenas para se encontrar com o meu avô. Certo dia ele pede para que ela venha com ele para o RN, que deixe sua família para construir uma juntos. Ela, então, todos os dias, levava uma peça de roupa junto com ela e entregava ao meu avô para que ele guardasse. Uma certa tarde, ela levou minha tia mais nova para passear na costumeira praça, ela se abaixa e fala para minha tia que voltará para pegá-la e que ela deveria voltar para casa sozinha. Então minha avó veio para o RN com o meu avô. Ela veio com suas roupas, sua cabeça cheia de sonhos, menos com minha tia.
Tudo parecia perfeito, até meu bisavô, o pai da minha avó, saber do ocorrido.
Era manhã em um típico dia quente na cidade do sol, Natal. Meu bisavô veio sozinho para um lugar onde ele nunca havia colocado os pés. Chegou na antiga rodoviária de Natal e logo partiu em direção ao Alecrim. Ao chegar na feira do Alecrim, ele saiu perguntando a todas as pessoas se elas haviam visto uma moça de estatura baixa, magra e de cabelos cacheados. “Seu nome é Edleuza do Amaral Rodrigues, ela veio com Sebastião, mas todo mundo chama ele de Neto”, disse meu bisavô.
Não muito distante dali, a minha avó acordava na cama de casal improvisada. Essa deveria ter sido a lua de mel que ela jamais desejara - o quarto de minha bisavó, mãe de meu avô era ao lado, separado apenas por um fino lençol. Meus avós se levantaram, tomaram café e partiram para fazer a feira no Alecrim. Não consigo imaginar o que passou na cabeça da minha avó, mas acredito que deve ter sido um misto de euforia, rebeldia e liberdade, aquela liberdade que só se sente uma vez quando se é jovem. Logos eles saíram em um pau de arara, do pequeno sítio de minha bisavó em direção à Natal.
Meu bisavô Cassiano, pai de minha avó Edleuza, devia estar transtornado com toda essa situação. Sua filha, a terceira de oito filhos (dois homens e seis mulheres), veio fugida de Garanhuns. Tudo o que ele sabia havia sido contatado por sua filha de apenas 8 anos. Ele só sabia que deveria procurar por ela, que deveria encontrá-la, nem que para isso tivesse que rodar toda a capital e seus arredores.
Ele procurou por pouco mais de duas horas, até que bem na sua frente ele viu uma moça baixa, de cabelos cacheados e corpo magro junto de um homem alto. Era ela. Enfim ele achou. Ao se aproximar, ele bateu de leve no ombro de meu avô, este por sua vez teve um susto - que, de acordo com a minha avó, pulou de medo-, arregalou os olhos e falou: “Seu Cassiano, o que o senhor está fazendo aqui?” e meu bisavô respondeu: “Vim pegar você e minha filha. Vão voltar agora comigo pra Garanhuns e vão casar que nem gente”.
Eles se casaram, minha avó engravidou 14 vezes, dos 14 apenas 3 sobreviveram (meu tio José Lito, o mais velho, meu tio Jaílton, o do meio, e minha mãe Jaciara, a caçula) viveram em Garanhuns até o início dos anos 80, mas se mudaram para Macaíba/RN após minha bisavó Anizia, mãe de meu avô falecer. Ela deixou o sítio para seus quatro filhos. Com o dinheiro da venda, meu avô construiu sua casa no Conjunto IPE, lugar onde minha avó vive até hoje.
Esse foi o início de várias histórias e acontecimentos em minha família. Várias coisas aconteceram de lá para cá, mas isso fica para outro momento, outra ocasião.
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2019.02.02 16:46 orpheu272 Odisseia p.1

O intuito de escrever esses relatos sobre minha vida, nada mais é que uma forma de compreendê-los e expurgar-los de uma vez por todas. Transformá-los em textos públicos é um desafio e uma barreira que preciso e devo romper.
Tudo o que for relatado é verídico. Cada passo, cada momento, cada segundo de minha vida na qual lembro - ou fragmentos -, serão escritos nesses textos. Talvez seja um grito ao vento, mas espero que alguém se identifique ou possa ao menos compreender o que se passou.
Sente-se, se acomode, beba algo e se permita afogar nesses pequenos fragmentos que me consumiram, subiram em meus pulmões e agora saem pela minha boca como um grito.
Me permita entrar em sua casa.

Do ventre à vida

Eu nasci em 20 de dezembro de 1994 em uma cidade interiorana do Rio Grande do Norte. Vim ao mundo em uma manhã de sol, o que é engraçado, pois prefiro tempo fechado. Na época meu pai era sócio em uma firma de portões eletrônicos - era algo em alta aqui no estado, e em Natal haviam poucas firmas nesse ramo.
Minha família sempre foi feliz; sempre houve muita festa na casa da minha avó. Meu avô tinha um cargo excelente em uma fábrica em João Pessoa - ele ganhava muito bem, inclusive -, sua vida era dividida entre o trabalho e casa. Como morávamos em Natal e meu avô trabalhava na Paraíba, ele só nos visitava de 15 em 15 dias para passar o fim de semana conosco. Nesse tempo era comum ele chegar e se deparar com a minha avó dando festas em casa.
Meus pais se casaram muito jovens - aos 19 anos para ser mais exato. Meu pai veio de um família que sempre visou mais o “ter” do que o “ser” - mesmo que para isso o casal tivesse que se sujeitar a agressões físicas e verbais, contanto que houvesse uma qualidade de vida invejável, “tudo bem” -; já a minha mãe veio de uma família lá de Garanhuns/PE. Neta de vendedor de fumo e de costureira, minha mãe foi criada em um bairro tranquilo da cidade. Meus avós maternos se conheceram quando meu avô saiu de Macaíba/RN para trabalhar em uma construção em Garanhuns. Minha avó, para despistar qualquer indício de que tinha um namorado, levava sua irmã mais nova para passear na praça, tudo apenas para se encontrar com o meu avô. Certo dia ele pede para que ela venha com ele para o RN, que deixe sua família para construir uma juntos. Ela, então, todos os dias, levava uma peça de roupa junto com ela e entregava ao meu avô para que ele guardasse. Uma certa tarde, ela levou minha tia mais nova para passear na costumeira praça, ela se abaixa e fala para minha tia que voltará para pegá-la e que ela deveria voltar para casa sozinha. Então minha avó veio para o RN com o meu avô. Ela veio com suas roupas, sua cabeça cheia de sonhos, menos com minha tia.
Tudo parecia perfeito, até meu bisavô, o pai da minha avó, saber do ocorrido.
Era manhã em um típico dia quente na cidade do sol, Natal. Meu bisavô veio sozinho para um lugar onde ele nunca havia colocado os pés. Chegou na antiga rodoviária de Natal e logo partiu em direção ao Alecrim. Ao chegar na feira do Alecrim, ele saiu perguntando a todas as pessoas se elas haviam visto uma moça de estatura baixa, magra e de cabelos cacheados. “Seu nome é Edleuza do Amaral Rodrigues, ela veio com Sebastião, mas todo mundo chama ele de Neto”, disse meu bisavô.
Não muito distante dali, a minha avó acordava na cama de casal improvisada. Essa deveria ter sido a lua de mel que ela jamais desejara - o quarto de minha bisavó, mãe de meu avô era ao lado, separado apenas por um fino lençol. Meus avós se levantaram, tomaram café e partiram para fazer a feira no Alecrim. Não consigo imaginar o que passou na cabeça da minha avó, mas acredito que deve ter sido um misto de euforia, rebeldia e liberdade, aquela liberdade que só se sente uma vez quando se é jovem. Logos eles saíram em um pau de arara, do pequeno sítio de minha bisavó em direção à Natal.
Meu bisavô Cassiano, pai de minha avó Edleuza, devia estar transtornado com toda essa situação. Sua filha, a terceira de oito filhos (dois homens e seis mulheres), veio fugida de Garanhuns. Tudo o que ele sabia havia sido contatado por sua filha de apenas 8 anos. Ele só sabia que deveria procurar por ela, que deveria encontrá-la, nem que para isso tivesse que rodar toda a capital e seus arredores.
Ele procurou por pouco mais de duas horas, até que bem na sua frente ele viu uma moça baixa, de cabelos cacheados e corpo magro junto de um homem alto. Era ela. Enfim ele achou. Ao se aproximar, ele bateu de leve no ombro de meu avô, este por sua vez teve um susto - que, de acordo com a minha avó, pulou de medo-, arregalou os olhos e falou: “Seu Cassiano, o que o senhor está fazendo aqui?” e meu bisavô respondeu: “Vim pegar você e minha filha. Vão voltar agora comigo pra Garanhuns e vão casar que nem gente”.
Eles se casaram, minha avó engravidou 14 vezes, dos 14 apenas 3 sobreviveram (meu tio José Lito, o mais velho, meu tio Jaílton, o do meio, e minha mãe Jaciara, a caçula) viveram em Garanhuns até o início dos anos 80, mas se mudaram para Macaíba/RN após minha bisavó Anizia, mãe de meu avô falecer. Ela deixou o sítio para seus quatro filhos. Com o dinheiro da venda, meu avô construiu sua casa no Conjunto IPE, lugar onde minha avó vive até hoje.
Esse foi o início de várias histórias e acontecimentos em minha família. Várias coisas aconteceram de lá para cá, mas isso fica para outro momento, outra ocasião.
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2019.02.02 16:31 orpheu272 Odisseia p.1

O intuito de escrever esses relatos sobre minha vida, nada mais é que uma forma de compreendê-los e expurgar-los de uma vez por todas. Transformá-los em textos públicos é um desafio e uma barreira que preciso e devo romper.
Tudo o que for relatado é verídico. Cada passo, cada momento, cada segundo de minha vida na qual lembro - ou fragmentos -, serão escritos nesses textos. Talvez seja um grito ao vento, mas espero que alguém se identifique ou possa ao menos compreender o que se passou.
Sente-se, se acomode, beba algo e se permita afogar nesses pequenos fragmentos que me consumiram, subiram em meus pulmões e agora saem pela minha boca como um grito.
Me permita entrar em sua casa.

Do ventre à vida

Eu nasci em 20 de dezembro de 1994 em uma cidade interiorana do Rio Grande do Norte. Vim ao mundo em uma manhã de sol, o que é engraçado, pois prefiro tempo fechado. Na época meu pai era sócio em uma firma de portões eletrônicos - era algo em alta aqui no estado, e em Natal haviam poucas firmas nesse ramo.
Minha família sempre foi feliz; sempre houve muita festa na casa da minha avó. Meu avô tinha um cargo excelente em uma fábrica em João Pessoa - ele ganhava muito bem, inclusive -, sua vida era dividida entre o trabalho e casa. Como morávamos em Natal e meu avô trabalhava na Paraíba, ele só nos visitava de 15 em 15 dias para passar o fim de semana conosco. Nesse tempo era comum ele chegar e se deparar com a minha avó dando festas em casa.
Meus pais se casaram muito jovens - aos 19 anos para ser mais exato. Meu pai veio de um família que sempre visou mais o “ter” do que o “ser” - mesmo que para isso o casal tivesse que se sujeitar a agressões físicas e verbais, contanto que houvesse uma qualidade de vida invejável, “tudo bem” -; já a minha mãe veio de uma família lá de Garanhuns/PE. Neta de vendedor de fumo e de costureira, minha mãe foi criada em um bairro tranquilo da cidade. Meus avós maternos se conheceram quando meu avô saiu de Macaíba/RN para trabalhar em uma construção em Garanhuns. Minha avó, para despistar qualquer indício de que tinha um namorado, levava sua irmã mais nova para passear na praça, tudo apenas para se encontrar com o meu avô. Certo dia ele pede para que ela venha com ele para o RN, que deixe sua família para construir uma juntos. Ela, então, todos os dias, levava uma peça de roupa junto com ela e entregava ao meu avô para que ele guardasse. Uma certa tarde, ela levou minha tia mais nova para passear na costumeira praça, ela se abaixa e fala para minha tia que voltará para pegá-la e que ela deveria voltar para casa sozinha. Então minha avó veio para o RN com o meu avô. Ela veio com suas roupas, sua cabeça cheia de sonhos, menos com minha tia.
Tudo parecia perfeito, até meu bisavô, o pai da minha avó, saber do ocorrido.
Era manhã em um típico dia quente na cidade do sol, Natal. Meu bisavô veio sozinho para um lugar onde ele nunca havia colocado os pés. Chegou na antiga rodoviária de Natal e logo partiu em direção ao Alecrim. Ao chegar na feira do Alecrim, ele saiu perguntando a todas as pessoas se elas haviam visto uma moça de estatura baixa, magra e de cabelos cacheados. “Seu nome é Edleuza do Amaral Rodrigues, ela veio com Sebastião, mas todo mundo chama ele de Neto”, disse meu bisavô.
Não muito distante dali, a minha avó acordava na cama de casal improvisada. Essa deveria ter sido a lua de mel que ela jamais desejara - o quarto de minha bisavó, mãe de meu avô era ao lado, separado apenas por um fino lençol. Meus avós se levantaram, tomaram café e partiram para fazer a feira no Alecrim. Não consigo imaginar o que passou na cabeça da minha avó, mas acredito que deve ter sido um misto de euforia, rebeldia e liberdade, aquela liberdade que só se sente uma vez quando se é jovem. Logos eles saíram em um pau de arara, do pequeno sítio de minha bisavó em direção à Natal.
Meu bisavô Cassiano, pai de minha avó Edleuza, devia estar transtornado com toda essa situação. Sua filha, a terceira de oito filhos (dois homens e seis mulheres), veio fugida de Garanhuns. Tudo o que ele sabia havia sido contatado por sua filha de apenas 8 anos. Ele só sabia que deveria procurar por ela, que deveria encontrá-la, nem que para isso tivesse que rodar toda a capital e seus arredores.
Ele procurou por pouco mais de duas horas, até que bem na sua frente ele viu uma moça baixa, de cabelos cacheados e corpo magro junto de um homem alto. Era ela. Enfim ele achou. Ao se aproximar, ele bateu de leve no ombro de meu avô, este por sua vez teve um susto - que, de acordo com a minha avó, pulou de medo-, arregalou os olhos e falou: “Seu Cassiano, o que o senhor está fazendo aqui?” e meu bisavô respondeu: “Vim pegar você e minha filha. Vão voltar agora comigo pra Garanhuns e vão casar que nem gente”.
Eles se casaram, minha avó engravidou 14 vezes, dos 14 apenas 3 sobreviveram (meu tio José Lito, o mais velho, meu tio Jaílton, o do meio, e minha mãe Jaciara, a caçula) viveram em Garanhuns até o início dos anos 80, mas se mudaram para Macaíba/RN após minha bisavó Anizia, mãe de meu avô falecer. Ela deixou o sítio para seus quatro filhos. Com o dinheiro da venda, meu avô construiu sua casa no Conjunto IPE, lugar onde minha avó vive até hoje.
Esse foi o início de várias histórias e acontecimentos em minha família. Várias coisas aconteceram de lá para cá, mas isso fica para outro momento, outra ocasião.
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2018.10.17 14:24 fidjudisomada Taça de Portugal 2018/9, 3.ª eliminatória: Sertanense FC vs. SL Benfica

RUI VITÓRIA: "ESTES JOGOS GANHAM-SE COM ENTREGA E MUITA RESPONSABILIDADE"
Rui Vitória fez a antevisão da estreia do Benfica na Taça de Portugal 2018/19, em conferência de Imprensa no Estádio da Luz. As águias enfrentam o Sertanense às 20h45 de quinta-feira no Estádio Cidade de Coimbra, na 3.ª eliminatória.
"Estes jogos não se ganham a pensar que somos melhores; ganham-se com ações, com entrega, qualidade, organização e muita responsabilidade", alertou o treinador.
O Benfica regressa à competição depois da paragem para jogos das seleções nacionais. Que equipa se vai apresentar neste desafio com o Sertanense, na Taça de Portugal?
Espera-se um Benfica ambicioso, que sabe muito bem o jogo que vai ter pela frente. É uma eliminatória de Taça de Portugal e todos sabemos que estes jogos são sempre motivo de grande ambição de todas as equipas, em particular das que jogam em campeonatos inferiores. É fundamental sermos uma equipa muito responsável e ambiciosa. Sabemos que temos de trabalhar para vencer qualquer adversário. Não há jogos fáceis, todas as equipas trabalham bem.
O Sertanense tem jogadores de qualidade, em especial na frente. Pelas palavras do seu treinador e das pessoas da Sertã, percebe-se a grande motivação que existe em jogar com o Benfica. Da nossa parte, vai jogar uma equipa com algumas alterações, mas que eu poderia escolher em qualquer circunstância competitiva.
Jonas vai ser titular?
Está convocado. Só amanhã [quinta-feira] saberemos se será titular.
O jogo realiza-se em Coimbra e não na Sertã. O campo neutro pode tirar alguma força ao adversário?
Fundamental é entendermos que do outro lado vai estar uma equipa com enorme vontade de fazer história. É um jogo que vai dar na televisão, num estádio bonito para se jogar. A motivação está muito elevada no Sertanense. Temos de enfrentar todos os adversários da mesma maneira: querer ganhar, lutar e fazer tudo para vencer. É o que vamos fazer.
Esta partida da Taça de Portugal pode ser uma oportunidade para alguns jogadores que ainda não tiveram minutos?
Isso veremos depois. O que posso dizer é que a escolha da equipa tem muito a ver com o adversário e com o contexto que temos tido (jogadores nas seleções, uma outra limitação...). Mesmo entre os que têm jogado, há um ou outro que precisa de entrar no ritmo. A escolha tem muito a ver com uma série de aspetos, mas a equipa que vamos formar pode jogar em qualquer outra competição com a máxima naturalidade.
Neste encontro veste a pele de treinador de equipa grande que defronta um dito pequeno, mas já esteve do outro lado. Que sensações tem um treinador que defronta um grande?
Isso, para mim, acaba por ser uma grande vantagem, porque ultrapassei praticamente todas as etapas do futebol português em termos de divisões. Umas vezes a ter sucesso, até nesta competição, outras vezes nem tanto, mas tenho a perfeita noção do que é estar do outro lado. Estando aqui, sei muito bem o que é que pensa o treinador adversário e como estão os seus jogadores. A preparação do jogo, da minha parte, é feita de igual forma. Sei muito bem o que é jogar em qualquer campo ou circunstância.
O futebol não vai com palavras; vai com atos e com ações dentro do jogo. A atitude e o respeito, da minha parte, são coisas que nem sequer se questiona! Do lado contrário vai estar uma equipa que acredita que será um dia bom, sabendo que um jogo destes é uma montra. Percebendo isto, é uma forma de estarmos preparados. Estes jogos não se ganham a pensar que somos melhores; ganham-se com ações, com entrega, qualidade, organização e muita responsabilidade.

Lista de Convocados

  • Guarda-redes: Svilar, Varela e Odysseas;
  • Defesas: Conti, Rúben Dias, Corchia, Yuri Ribeiro, André Almeida, Pedro Amaral e Ferro;
  • Médios: Gabriel, Alfa Semedo, Živković, Pizzi, Samaris, Rafa, Jota, João Félix e Gedson;
  • Avançados: Jonas, Seferović e Ferreyra.

Boletim Clínico

  • Krovinović: status pós-cirurgia a rotura do ligamento cruzado anterior do joelho direito;
  • Tyronne: status pós-cirurgia a rotura do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo;
  • Jardel: microrrotura na coxa direita;
  • Grimaldo: traumatismo na coxa esquerda.

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. Qual é a tua previsão sobre o resultado final e os marcadores?
  2. Qual é o teu onze inicial, estrutura e dinâmicas preferidos para este jogo?
  3. Que jogador ou aspeto do jogo do adversário constitui-se como a maior ameaça para o SL Benfica?
  4. Que jogador terá que fazer acontecer, superar-se a si próprio e embalar a equipa para a vitória?
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2017.08.13 18:29 fidjudisomada [Pre-Match Thread] Liga NOS 2017/18, 2.ª Jornada: GD Chaves vs. SL Benfica

Grupo Desportivo de Chaves vs. Sport Lisboa e Benfica

Liga NOS 2017/18, 2.ª Jornada

Transmissão

Antevisão

Depois da conquista da 7.ª Supertaça de um vasto palmarés e da 1.ª jornada vitoriosa na Luz frente ao SC Braga (3-1), segue-se agora a complicada deslocação a Trás-os-Montes para defrontar o Grupo Desportivo de Chaves.
Olhando para o outro lado da barricada, encontramos uma das equipas sensação do último Campeonato. Na sequência, os flavienses, agora orientados por Luís Castro, defensor do futebol positivo, realizaram uma agradável pré-época, sem derrotas, onde se viu uma clara evolução do estilo de jogo. Em 7 jogos de preparação, venceram 5 e empataram 2.
Ora, a primeira derrota de 2017/18 chegou à passagem da 1.ª jornada da Liga NOS, com os transmontanos a perderem por 3-2, no Berço de Portugal, frente ao Vitória de Guimarães.
A equipa ocupa a 13.ª posição da geral e vai, com toda a certeza, dar tudo em casa para, perante os seus adeptos, conquistar os primeiros pontos na competição.
No que toca ao plantel do Chaves é, até ao momento, pautado pelo equilíbrio entre entradas, saídas e permanências, o que poderá mesmo ser uma vantagem na prova.
Entre os postes, Ricardo parece levar vantagem sobre António Filipe, tal como na última época. Na defesa, ao regressado Paulinho e aos recém-chegados Ruben Ferreira e Domingos Duarte, deve juntar-se Nuno André Coelho, pilar da última temporada.
Na zona intermedia, embora Braga tenha saído, continuam a existir Pedro Tiba, João Patrão e Bressan, estrela da companhia, a quem se juntam Tiago Galvão, Jefferson Santos e Filipe Melo.
Em terrenos mais adiantados, Matheus Pereira, Platiny, Jorginho e Wilmar são as novidades que se vão juntar a Perdigão, William, Hamdou e Rafael Batatinha. Fábio Martins é a grande perda.
Face ao plantel existente, o 4x4x3 deverá ser o sistema com o qual Luís Castro irá encarar a época oficial. E é nesse quadro que o Benfica vai trabalhar, tendo em vista uma partida que trás sempre grandes dificuldades.
Rui Vitória e os seus pupilos querem, certamente, continuar a impor o seu futebol e a manter a senda das vitórias… e trazer os três pontos para Lisboa é o desejo.
A não perder, já esta segunda-feira, a partir das 21h00, num estádio que terá, com toda a certeza, a Família Benfiquista em força a apoiar a equipa
Rui Vitória: "Vontade enorme de dar vitórias aos benfiquistas"
Rui Vitória garante que estão "reunidas as condições para ser um bom jogo". O treinador do Benfica deixou elogios a Luís Castro e alertou que em Chaves vai querer conquistar os três pontos.
"Espero um jogo difícil, com uma equipa que, no ano passado, fez um campeonato muito bom. Este ano, com a mudança de treinador, já se vê que está muito bem organizada. As equipas do Luís Castro têm esta forma de estar em campo. Espero uma equipa de qualidade, que sabe o que faz, como muitas equipas do campeonato, que vai querer dificultar e impor a sua forma de jogar. Para nós, é a continuação do que temos vindo a fazer: olhar para os nossos adversários, ver quais as suas virtudes, tentar controlá-las e impor a nossa forma de jogar. É fundamental uma grande concentração, a capacidade que ambas as equipas terão que ter na eficácia. Fundamentalmente, uma grande organização. Vamos encontrar uma equipa boa", analisou o treinador encarnado na conferência de imprensa realizada este domingo, no Estádio da Luz.
"Espero uma equipa de qualidade, que assenta num 4x3x3, com um ataque posicional muito bem definido e que defende em espaço curto. No jogo anterior, houve um ou dois erros naturais de quem está a começar uma época. Tem a sua forma tipificada e está a colocá-la em prática. Olho para aquilo que é a matriz da equipa, com uma boa organização defensiva e ofensiva. Vai querer impor a sua forma de jogar, mas não invalida aquilo que é a nossa forma de estar, com uma vontade enorme de ganhar, dar vitórias aos Benfiquistas, somar mais três pontos… Sabendo que, do outro lado, está uma equipa", prosseguiu.
"Grimaldo e Júlio César mantêm-se indisponíveis"
Questionado sobre os rumores da possível contratação do defesa Milos para o lado direito da defesa dos encarnados, Rui Vitória recusou-se a comentar e garantiu que "amanhã, o lateral-direito do Benfica vai ser o André Almeida". "Oficialmente, o Benfica não apresentou ninguém nem falou de ninguém. Não vou pronunciar-me sobre jogadores que não foram apresentados. Se apareceu na comunicação social, apareceu", afirmou.
"Não vou avançar o onze em concreto, olhamos para cada jogo como uma realidade específica. Amanhã [segunda-feira] será outro e os jogadores serão os primeiros a saber [o onze]. Grimaldo e Júlio César mantêm-se indisponíveis", finalizou.

Histórico

  • Forma do SL Benfica: V-V
  • Forma do GD Chaves: D
  • Este será o 32.º jogo oficial entre estas duas equipas. O SL Benfica venceu 25 (81%), empatou 3 (10%) e perdeu 3 (10%).
  • O SL Benfica visitou o GD Chaves por 14 vezes. Venceu 10 jogos (71%), empatou 1 (7%) e perdeu 3 (21%).
  • A vitória mais expressiva do SL Benfica em Lisboa ocorreu em 1994/95 em jogo a contar para o Campeonato Nacional: SL Benfica 5-0 GD Chaves (bis de Isaías, João Vieira Pinto, Amaral e Kenedy).
  • A vitória mais expressiva do SL Benfica em Chaves ocorreu em 1998/99 em jogo a contar para o Campeonato Nacional: GD Chaves 0-4 SL Benfica (hat-trick de Nuno Gomes e outro de Tahar El-Khalej).
  • A vitória mais expressiva do GD Chaves em casa ocorreu em 1996/97: GD Chaves 3-1 SL Benfica.
  • No que tange aos resultados mais comuns, por três vezes os jogos terminaram em 2-0 para o SL Benfica, noutros três o placar final indicou 3-1 também favorável para o SL Benfica e por quatro vezes o SL Benfica venceu por 0-1.
  • Globalmente, o SL Benfica marcou ao GD Chaves 64 golos (2,06 por jogo) e sofreu 14 (0,45 por jogo).
  • O SL Benfica conseguiu marcar em 87% dos jogos (27) e sofreu pelo menos um golo em 39% deles (12).
  • Por um lado, a melhor série vitoriosa tem 7 jogos. Começou no SL Benfica 3-1 GD Chaves (15-11-1992) e terminou no SL Benfica 3-0 GD Chaves (30-09-1996).
  • Por outro, a pior série de jogos sem conseguir vencer teve 3 jogos: do SL Benfica 0-0 GD Chaves (22-03-1987) até ao SL Benfica 1-1 GD Chaves (20-03-1988).
  • A máxima série de jogos sem perder tem 8 jogos: do SL Benfica 1-1 GD Chaves (20-03-1988) até ao SL Benfica 4-1 GD Chaves (27-01-1991).
  • O jogo entre estas duas equipas acabou com um 3-1 para o SL Benfica, com Kostas Mitroglou e bisar e Rafa Silva a completar.
  • Na última visita a Chaves o SL Benfica venceu por duas bolas a zero, data de 24-09-2017, em jogo a contar para a 6.ª jornada da Liga NOS. Aos 69', um remate tenso de Grimaldo na marcação de um livre encontrou Kostas Mitroglou que fez um ligeiro desvio, de cabeça, batendo António Filipe. Aos 84', Grimaldo rematou contra a barreira na marcação de um livre e a bola sobrou para Pizzi à entrada da área, que atirou forte e colocado e bateu António Filipe.
  • Nesse jogo, o SL Benfica alinhou com: Ederson Moraes; Nélson Semedo, Lisandro López, Victor Lindelof, Álex Grimaldo; Toto Salvio, Ljubomir Fejsa, André Horta, Pizzi, Gonçalo Guedes; Kostas Mitroglou. Toto Salvio cedeu o seu lugar ao compatriota Franco Cervi aos 61', Guillermo Celis entrou aos 75' para render André Horta e André Carrillo entrou para o lugar Gonçalo Guedes aos 87'.
  • Assista aqui ao resumo dessa partida.

Factos e Curiosidades

  • Pela 4ª temporada consecutiva, o Benfica venceu na primeira jornada, feito que não conseguira nas sete épocas anteriores (três delas na Luz);
  • O Benfica venceu na 1ª jornada do Campeonato Nacional em casa pela 31ª vez em 40 jogos;
  • O Chaves, nas últimas dez temporadas, teve apenas uma participação na primeira divisão (2016/17), conseguindo o 11º lugar. É a sua 15ª participação na principal prova do futebol português. A sua melhor classificação foi o 5º lugar, em 1986/87 e 1989/90;
  • Benfica e Chaves nunca se defrontaram na 2ª jornada, nem alguma vez a primeira deslocação do Benfica num campeonato foi a Chaves;
  • O resultado mais frequente, com quatro ocorrências em 14 jogos, no Chaves – Benfica é 0‐1; Com duas ocorrências: 1‐0; 0‐2; 1‐2; A vitória mais expressiva ocorreu em 1998/99: 0‐4;
  • O Benfica venceu as últimas seis partidas frente ao Chaves; Em 31 jogos, ganhou 25, empatou 3 e perdeu 3. Marcou 64 golos e sofreu 14;
  • O Benfica não perdeu nos últimos 14 jogos em competições oficiais (9 vitórias e 5 empates); Nos últimos 22 jogos oficiais, perdeu apenas uma vez, empatou cinco e venceu 15;
  • Nas competições nacionais, o Benfica leva 20 jogos sem conhecer a derrota (15 vitórias, 5 empates); Em casa, são 30 (26 vitórias e 4 empates); Como visitante são 8 (5 vitórias 3 empates);
  • Na segunda jornada, o Benfica venceu 55 vezes, empatou 16 e perdeu 12; Nas 40 ocasiões em que o Benfica jogou fora, ganhou 24, empatou 7 e perdeu 9;
  • Na primeira deslocação do Campeonato Nacional, o Benfica obteve 44 vitórias, 22 empates e 17 derrotas;
  • Nos 36 títulos conquistados, o Benfica venceu 26 vezes, empatou 7 e perdeu 3 na segunda jornada; Nesses 36 campeonatos, jogou 16 vezes fora, conseguindo 11 vitórias, 2 empates e 3 derrotas; Nas 36 primeiras deslocações, ganhou 26, empatou 5 e perdeu 5;
  • O melhor resultado conseguido pelo Benfica enquanto visitante na segunda jornada foi na temporada 1943/44, batendo o Salgueiros por 6‐1 (em 2012/13 venceu em Setúbal por 5‐0); Em 1957/58, também em Setúbal, teve a melhor estreia fora: 6‐1;
  • Veloso é quem mais defrontou o Chaves fora pelo Benfica em competições oficiais (9). E é também o que contribuiu para mais vitórias nas visitas aos flavienses (6);
  • Nuno Gomes, com 3 golos, lidera o rankings de melhores goleadores benfiquistas nas deslocações ao reduto do Chaves;
  • Eusébio e Joaquim Teixeira, com 4 golos cada, são os melhores marcadores benfiquistas nos jogos fora relativos à 2ª jornada;
  • Os treinadores Rui Vitória e Luís Castro defrontaram‐se duas vezes, com duas vitórias para Rui Vitória, três golos marcados e nenhum sofrido;
  • Rui Vitória, ao serviço do Benfica frente ao Chaves, tem 2 jogos e 2 vitórias; Na sua carreira, em 5 desafios, venceu 4 e empatou 1;
  • Alguns atletas que representaram ambos os clubes: Raphael Guzzo, Carlos Ponck, Manduca, João Fonseca, Jorge Silva, Garrido, Raúl Águas…

Lista de Convocados

  • Guarda-redes: Paulo Lopes e Bruno Varela;
  • Defesas: Lisandro, Luisão, Eliseu, Jardel, André Almeida e Rúben Dias;
  • Médios: Fejsa, Filipe Augusto, Salvio, Pizzi, Cervi, Willock, Martin Chrien, Diogo Gonçalves, João Carvalho e Rafa;
  • Avançados: Raul, Jonas e Seferovic.

Boletim Clínico

  • Júlio Cesar: Tendinopatia na perna esquerda;
  • Grimaldo: Lesão muscular na perna direita;
  • André Horta: Tendinopatia no joelho esquerdo;
  • Zivkovic: Traumatismo na coxa direita;
  • Mitroglou: Lesão muscular na coxa esquerda.

XI Provável

Seferović Jonas
Cervi Pizzi Fejsa Salvio
Eliseu Jardel Luisão (C) Almeida
Varela

Talking Points

  • Qual é a sua previsão sobre o resultado final e os marcadores?
  • Qual é o seu onze inicial, estrutura e dinâmicas preferidos para este jogo?
  • Que jogador ou aspeto do jogo do adversário constitui-se como a maior ameaça para o SL Benfica?
  • Que jogador terá que fazer acontecer, superar-se a si próprio e embalar a equipa para a vitória?
Nota: Este texto foi elaborado recorrendo a informações recolhidas no sítio web do SL Benfica e no ZeroZero.
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